
-
Botafogo perde para Universidad de Chile (1-0) em sua estreia na Libertadores
-
Trump mira em China e Europa em sua guerra tarifária mundial
-
As principais frases do anúncio tarifário de Trump
-
'Dia da Libertação': uma avalanche de novas tarifas sobre bens que entram nos EUA
-
Rubio viaja à Europa enquanto aumentam as tensões transatlânticas
-
Palmeiras busca contra o Sporting Cristal reafirmar seu favoritismo na Libertadores
-
Mundo reage às novas tarifas de Trump
-
Câmara dos Deputados aprova projeto de retaliação tarifária em resposta a Trump
-
Premier do Canadá promete medidas em resposta a tarifas de Trump
-
Trump impõe tarifas mínimas de 10% e atinge Europa e Ásia com taxas massivas
-
Trump anula isenção de tarifas para pequenos pacotes enviados da China
-
Amazon vai lançar primeiros satélites para concorrer com Starlink
-
Trump atinge Europa e Ásia com tarifas massivas, 10% para boa parte da América Latina
-
Barça vence Atlético (1-0) e vai enfrentar Real Madrid na final da Copa do Rei
-
Mourinho belisca nariz do treinador do Galatasaray após clássico na Turquia
-
Liverpool vence Everton em clássico e mantém folga na liderança do Inglês
-
Reims vence na visita ao Cannes e vai enfrentar PSG na final da Copa da França
-
Milan e Inter empatam (1-1) no jogo de ida das semifinais da Copa da Itália
-
Milei viaja aos EUA para possível encontro com Trump enquanto negocia com FMI
-
Stuttgart vence Leipzig (3-1) e vai enfrentar Bielefeld na final da Copa da Alemanha
-
Starbucks é alvo de novo processo por bebida derramada
-
Milei quer uma Argentina 'potência', atraente para habitantes das Malvinas
-
'Vala comum' de socorristas em Gaza evidencia 'guerra sem limites', diz ONU
-
Filipe Luís prepara Flamengo para 'batismo' na Libertadores contra o Deportivo Táchira
-
Oposição venezuelana se fragmenta antes das eleições regionais e parlamentares
-
Visita de ministro israelense à Esplanada das Mesquitas causa indignação em Jerusalém
-
Vendas mundiais da Tesla caem, arrastadas por papel de Musk no governo Trump
-
Israel diz estar fragmentando Gaza para forçar Hamas a libertar reféns
-
'Eu voltarei', promete Haaland após lesão no tornozelo
-
Milei quer uma Argentina 'potência' que atraia habitantes das Malvinas
-
Trump anuncia novas tarifas no 'Dia da Libertação' dos EUA
-
Verstappen busca 4ª vitória seguida no Japão e parar a McLaren
-
Tesla sobe em Wall Street após artigo sobre saída de Musk do governo Trump
-
Chanceler francês alerta para risco de confronto se negociações com Irã fracassarem
-
Condenado por agressão sexual, Ben Yedder assina com clube do Irã
-
Junta birmanesa anuncia trégua temporária após terremoto que deixou quase 3.000 mortos
-
Vendas mundiais da Tesla caem 13% no primeiro trimestre
-
Médicos criam marcapasso menor que um grão de arroz
-
LaLiga comunica que Barcelona não cumpriu fair play financeiro para inscrever Dani Olmo
-
Juiz arquiva acusações de corrupção contra prefeito de Nova York
-
Console Switch 2 estará disponível em 5 de junho, anuncia a Nintendo
-
IA chega no anime, mas Miyazaki do Ghibli é insubstituível, diz filho
-
Migrantes cubanos se conformam com o sonho mexicano por causa de Trump
-
Casa Branca adota estilo de comunicação da extrema direita
-
Exposição em Paris mostra vestígios milenares de Gaza
-
A alegria e a fúria de uma banda de rock em turnê na Ucrânia
-
Bloqueio israelense força o fechamento das padarias em Gaza
-
Ancelotti diz que nunca quis cometer fraude fiscal e culpa o Real Madrid
-
China afirma que concluiu dois dias de manobras militares ao redor de Taiwan
-
Terremoto em Mianmar deixou quase 2.900 mortos, anuncia junta militar

Operações de resgate continuam após terremoto que deixou 1.700 mortos em Mianmar
Os serviços de emergência continuam as buscas, neste domingo (30), pelas vítimas do terremoto de sexta-feira, que deixou pelo menos 1.700 mortos em Mianmar e também foi sentido em Bangcoc, onde 18 pessoas morreram.
Apesar da chegada gradual da ajuda internacional, o número de mortos pode continuar aumentando, em um país onde grande parte da população vive próxima à Falha de Sagaing, onde as placas indiana e eurasiática se encontram.
Desde o golpe de Estado de 2021, Mianmar também está atolada em um conflito civil que dizimou seu sistema de saúde.
O terremoto da tarde de sexta-feira teve magnitude 7,7 e ocorreu em pouca profundidade, o que aumentou seu impacto. Poucos minutos depois, houve outro tremor, de magnitude 6,7.
De acordo com os últimos números da junta militar birmanesa, há 1.700 mortos, 3.400 feridos e 300 desaparecidos.
Na cidade de Mandalay, próxima ao epicentro e uma das mais afetadas, o terremoto causou o desabamento de prédios e pontes e rachaduras nas estradas.
Neste domingo por volta das 14h00 (04h30 no horário de Brasília), outra réplica, de magnitude 5,1, segundo o Serviço Geológico dos EUA, fez com que as pessoas corressem para as ruas novamente e interrompeu temporariamente os esforços de resgate.
Em um prédio parcialmente destruído na cidade, onde 180 monges estavam sendo examinados, as equipes de resgate birmanesas e chinesas continuam procurando por sinais de vida.
Até agora, 21 pessoas foram encontradas vivas e 13 mortas, de acordo com uma autoridade.
"Quero ouvir o som da voz dele rezando", disse San Nwe Aye, a irmã de 48 anos de um monge desaparecido, que aguarda notícias.
- "Grave escassez" de suprimentos -
As agências internacionais alertaram que Mianmar não tem recursos para lidar com um desastre dessa magnitude. Antes do terremoto, as Nações Unidas já estimavam que cerca de um terço da população estaria em risco de fome em 2025.
Uma "grave escassez" de suprimentos médicos dificulta a ajuda, alertou a ONU, ao afirmar que os socorristas não têm equipamentos de trauma, bolsas de sangue, anestésicos e medicamentos essenciais.
As operações de resgate também são prejudicadas pelos danos a hospitais e infraestrutura de saúde, assim como estradas e redes de comunicação.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) enviou com urgência quase três toneladas de suprimentos médicos para hospitais em Mandalay e Naypyidaw, a capital, onde milhares de feridos estão sendo tratados.
A China enviou 82 socorristas e prometeu US$ 13,8 milhões (R$ 79,5 milhões) em ajuda. A Cruz Vermelha lançou um apelo para arrecadar US$ 100 milhões (R$ 576 milhões).
O Governo de Unidade Nacional (NUG), um grupo de oposição, pediu um cessar-fogo parcial de duas semanas a partir deste domingo para facilitar os esforços de resgate.
A quase mil quilômetros de Mandalay, em Bangcoc, os socorristas ainda esperam retirar com vida os trabalhadores do local onde um arranha-céu de 30 andares em construção desabou. A operação mobilizou grandes escavadeiras mecânicas, cães farejadores e drones térmicos para detectar sinais de vida.
O terremoto também causou rachaduras e enfraqueceu a estrutura de muitos edifícios.
Pelo menos 18 pessoas morreram na capital tailandesa, segundo as autoridades municipais, e 78 continuam desaparecidas.
A maioria dos mortos em Bangcoc eram trabalhadores que morreram no desabamento do prédio, localizado no distrito de Chatuchak, perto de um mercado muito popular entre os turistas.
burx-ah-vgu/thm/pc/mb/aa
O.Krause--BTB