
-
Djokovic chega a Montecarlo "sem expectativas elevadas" após infecção no olho
-
EUA diz que 'mais de 50 países' pedem para negociar tarifas
-
Le Pen, inelegível, denuncia diante de simpatizantes em Paris uma 'decisão política'
-
Liverpool perde seu 2º jogo na Premier League; United e City empatam
-
Sainz é multado por perder cerimônia do hino no GP do Japão apesar de ter sofrido problema estomacal
-
Atalanta sofre, diante da Lazio, 3ª derrota seguida e fica longe do 'Scudetto'
-
Procuradora-geral dos EUA diz que seria difícil Trump alcançar terceiro mandato
-
Atlético de Madrid vence Sevilla nos acréscimos (2-1) e segue vivo no Espanhol
-
Sobe para 17 número de mortos em tempestades nos EUA
-
Israel ataca Hezbollah no sul do Líbano durante visita de enviada dos EUA
-
Ucrânia denuncia 'ataque maciço' russo que deixou pelo menos dois mortos
-
Liverpool perde para Fulham seu 2º jogo na Premier League; Southampton é rebaixado
-
Netanyahu deixa a Hungria rumo a Washington
-
Bolsonaro lidera protesto em São Paulo após ser acusado por suposta tentativa de golpe
-
Irã rejeita proposta de Trump de negociações diretas com EUA
-
Sobe para 16 número de mortos em tempestades nos EUA
-
Extrema direita francesa convoca manifestação em apoio à líder inabilitada
-
Chuva complica resgate em áreas atingidas por terremoto em Mianmar
-
Em recuperação, papa Francisco faz aparição surpresa na Praça de São Pedro
-
Verstappen (Red Bull) supera McLarens e vence GP do Japão; Bortoleto é 19º
-
Dezenas de milhares vãos às ruas nos EUA contra Donald Trump
-
Líder Barça empata com Betis (1-1) e desperdiça chance de disparar após derrota do Real Madrid
-
Dembélé, Vitinha, Pacho, Doué... os destaques do título do PSG
-
"O que estou vivendo é um pouco injusto", diz Sinner
-
Thomas Müller anuncia sua saída do Bayern de Munique após 25 anos no clube
-
Arsenal empata com Everton e se distancia do título do Inglês antes de receber Real Madrid na Champions
-
Paixão dos EUA por tarifas raramente dá resultados, alertam economistas
-
Líder Inter cede empate contra o Parma (2-2) e Napoli pode ficar na cola
-
Leverkusen vence Heidenheim nos acréscimos (1-0) e segue na caça ao líder Bayern
-
Pixi Kata Matis, cineasta indígena brasileiro: 'Nosso futuro é viver entre dois mundos'
-
Os últimos dez campeões da Ligue 1
-
Real Madrid perde em casa para Valencia nos acréscimos e Barça pode disparar na liderança
-
PSG vence Angers (1-0) e é campeão francês pela 13ª vez em sua história
-
Milhares vãos às ruas nos EUA contra Donald Trump
-
Senado dos EUA controlado por republicanos avança com cortes de impostos de Trump
-
Bunkers da Finlândia atraem interesse de vários países
-
Setor marítimo tem semana decisiva para reduzir emissões de gases poluentes
-
Entra em vigor tarifa de 10% sobre grande parte das importações para os EUA
-
Crescente Vermelho Palestino publica vídeo com últimos momentos de socorristas mortos em Gaza
-
Vídeo mostra últimos momentos de socorristas mortos em Gaza, diz Crescente Vermelho
-
Milhares de pessoas manifestam apoio a presidente destituído Yoon em Seul
-
Terremoto em Mianmar já deixou mais de 3.300 mortos
-
Líder da Coreia do Norte dispara rifle de precisão em visita a soldados
-
Verstappen supera McLarens e conquista pole do GP do Japão; Bortoleto larga em 17º
-
Los Angeles pagará US$ 4 bilhões por abusos sexuais em lares infantis
-
Trump ignora colapso de bolsas e persiste na defesa de tarifas
-
Morre ex-cardeal americano McCarrick, destituído por acusações de violência sexual
-
Trump persiste na defesa de tarifas, indiferente ao colapso do mercado de ações
-
Guerra comercial de Trump oferece oportunidade à China
-
Wall Street despenca quase 6% por guerra comercial lançada por Trump

Parlamento de Israel aprova resolução contra criação de Estado palestino
O Parlamento israelense votou nesta quinta-feira (18) contra a criação de um Estado palestino ao afirmar que constitui uma "ameaça existencial", no momento em que o Exército de Israel ataca incessantemente a Faixa de Gaza, apesar dos múltiplos apelos internacionais por um cessar-fogo.
O pronunciamento é simbólico, mas gerou condenações internacionais e duras críticas por parte da Autoridade Palestina e prepara o terreno para a viagem do primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, a Washington, na próxima semana.
O premiê está sob pressão de seu principal aliado, os Estados Unidos, que, junto ao Catar e Egito, estão mediando as negociações para um trégua em Gaza e a libertação dos reféns israelenses.
Netanyahu insistiu esta semana que é "o momento de aumentar ainda mais a pressão" sobre o movimento islamista palestino Hamas.
"Temos eles agarrados pela garganta. Estamos a caminho da vitória absoluta", enfatizou perante o Parlamento.
Nesta quinta-feira, o Ministério da Saúde do governo do Hamas em Gaza reportou 54 mortes no território palestino nas últimas 24 horas.
A resolução aprovada pelo Parlamento israelense, o Knesset, nas primeiras horas do dia, afirma que a criação de um Estado palestino, nos territórios ocupados por Israel, "perpetuaria o conflito" e "desestabilizaria a região".
"O Knesset de Israel opõe-se firmemente à criação de um Estado palestino a oeste do (rio) Jordão", indicava o texto, alegando que a criação desta entidade "representaria um perigo existencial para o Estado de Israel e seus cidadãos".
O texto foi aprovado por 68 votos a favor, em um Parlamento de 120 lugares. Nove membros do Parlamento pertencentes a partidos árabes se opuseram à resolução e deputados do Partido Trabalhista estiveram ausentes da sessão, informou o jornal local Haaretz.
A resolução dizia que "promover" um Estado palestino encorajaria "o Hamas e os seus apoiadores" após o ataque do movimento islamista.
O conflito eclodiu em 7 de outubro quando comandos do Hamas mataram 1.195 pessoas, a maioria civis, e sequestraram 251 no sul de Israel, segundo uma contagem baseada em dados oficiais israelenses.
O Ministério da Saúde do governo do Hamas em Gaza anunciou nesta quinta-feira que 38.848 pessoas morreram no território palestino desde o início da guerra.
A Autoridade Palestina, que exerce administração parcial na Cisjordânia ocupada, afirmou que "não haverá paz nem segurança para ninguém sem o estabelecimento de um Estado palestino".
Também acusou a coalizão de extrema direita que governa Israel de "mergulhar a região em um abismo".
A França expressou sua "consternação" pelo voto que afirmou "contradizer as resoluções adotadas pelo Conselho de Segurança da ONU".
Egito e Jordânia também condenaram a aprovação do texto.
- "Ponto de ruptura" -
A criação de um Estado palestino nos territórios ocupados por Israel após a Guerra dos Seis Dias em 1967 se manteve por décadas como um símbolo dos esforços diplomáticos da comunidade internacional para resolver o conflito.
Os Acordos de Oslo na década de 1990 permitiram a criação da Autoridade Palestina e seu objetivo era avançar uma negociação para a criação de um Estado palestino.
O secretário-geral da ONU, António Guterres, disse estar "muito decepcionado" com a adoção da resolução, segundo o seu porta-voz, Stéphane Dujarric.
Todas as instalações de saúde em Gaza estão em um "ponto de ruptura" devido ao fluxo de vítimas dos bombardeios israelenses, declarou o Comitê Internacional da Cruz Vermelha nesta quinta.
A guerra também destruiu grande parte das casas e outras infraestruturas de Gaza, deixando quase toda a população sem comida ou água potável.
"Isto não é vida", disse à AFP Umm Nahed Abu Shar, de 45 anos, que vive em uma tenda com a família em Deir el Balah, em meio a nuvens de moscas, o odor de esgoto e doenças constantes.
burs-kir/jsa/an-meb/mb/yr/ic
J.Bergmann--BTB